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Juazeiro com baixo risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya

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Juazeiro com baixo risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya (Foto: Reprodução/Naiara Carneiro)

O trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Controle de Endemias da secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro do Norte coloca o município na escala de baixo risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya. A prevenção das arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O trabalho efetivo no controle vetorial tem como resultado o último Levantamento de Índice Rápido Amostral (LIRA) do Governo do Estado do Ceará. O LIRA é realizado quatro vezes ao ano, conforme preconiza o Ministério da Saúde. 

São coletadas amostras em locais e imóveis determinados pelo Estado, e de acordo com a quantidade de larvas encontradas é indicado o risco existente no município. Nos últimos anos o risco de Juazeiro oscilava entre médio e alto. 

A secretaria de Saúde de Juazeiro, enfermeira Francimones Albuquerque, disse em entrevista ao site Miséria que o trabalho dos agentes de endemias é de qualidade. 

“Disponibilizamos de material, fardamento e todos os equipamentos necessários para o trabalho dos agentes de endemias, para que eles pudessem desenvolver visitas e um trabalho de qualidade”, ressalta.
Juazeiro com baixo risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya (Foto: Reprodução/Naiara Carneiro)


Atualmente a situação está controlada e o Município apresenta baixo risco, apesar de ser uma cidade turística e com elevado contingente populacional.

Já a coordenadora do Núcleo de Controle de Endemias, Mascleide Feitosa, destaca as estratégias colocadas em prática pelo setor para alcançar esse resultado, como a intensificação da visita domiciliar pelos agentes de endemias nas áreas de maior risco.

“O intervalo da visita dos agentes de endemias é de 45 a 60 dias. Nos pontos críticos eles vão a cada 15 dias”, explica.

Durante as visitas os agentes realizam o tratamento e eliminação de focos, com o telamento de caixas d’água descobertas, por exemplo. Além disso, realizam trabalho educativo e de orientação da população, para que a mesma saiba como evitar a proliferação de focos para reprodução do Aedes.

Com a redução dos focos, reduziu-se o número de casos de arboviroses. Em 2018 foram confirmados no Município 7 casos de dengue e 7 de chikungunya. Até o momento, não foi registrado nenhum caso em 2019.


Por João Boaventura Neto
Miséria.com.br

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