Obra da Igreja do Bom Jesus do Horto completa 20 anos; teto foi posto há uma década - Rádio São Pedro Fm 105,9

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Obra da Igreja do Bom Jesus do Horto completa 20 anos; teto foi posto há uma década

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A Igreja Bom Jesus do Horto foi projetada para ser o quarto maior templo católico do Brasil (Foto: Viaje na Chapada)

Construção da Igreja Bom Jesus do Horto ganha novo prazo de conclusão. As obras tiveram início em 1999 e só devem ser finalizadas em abril de 2020. De acordo com a administradora do Horto, Francisca Maria Santana, os atrasos na construção devem-se ao “limitado recurso financeiro”, que provém exclusivamente da doação de fiéis.

A Igreja Bom Jesus do Horto foi projetada para ser o quarto maior templo católico do Brasil. A escassez de verbas levou a construção a passar uma década paralisada, sendo retomada apenas no ano passado.

A última etapa das obras teve início no mês passado e está prevista para ser concluída em abril do próximo ano, com orçamento estimado em R$ 1,5 milhão. “Agora, entramos na fase de pintura das paredes, assentamento do piso em granito, iluminação interna, instalação de esquadrias e confecção dos bancos em madeira", detalhou Francisca Santana ao Diário do Nordeste.

Com o fim das obras, as missas que eram celebradas no espaço inacabado da Igreja devem retornar a acontecer ainda no primeiro semestre de 2020. O templo religioso de 6.889,10m² terá capacidade para acolher 1.300 pessoas sentadas e outras três mil em pé, na arquibancada.

Uma década do teto
Dez anos atrás o teto de cerca de oito toneladas cobriu a Igreja Bom Jesus do Horto. Com 48 metros de altura, a torre principal corresponde a um prédio de 16 andares. Em entrevista ao Miséria, o Padre Venturelli contou que o templo era um sonho antigo do Padre Cícero, que a Ordem Salesiana buscava honrar com a colaboração dos fiéis.

Em do testamento deixado à Igreja, o Padre Cícero suplica aos Padre Salesianos que “terminem a construção da Capela do Horto [...] que comecei a construir para cumprir um voto que eu e meus falecidos colegas e amigos, os Padres Manoel Felix de Moura, Francisco Rodrigues Monteiro e Antônio Fernandes Távora, fizemos”. No documento o Padre explica que o voto foi feito quando os sacerdotes estavam “apavorados com os resultados da seca de 1889” e receavam que o ano seguinte também fosse seco “com o povo desta terra, ao Santíssimo Coração de Jesus”.

12/08/2019 às 10:34

Por Sarah Gomes, informações do DN
Miséria.com.br

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